Miroslav demolidor e a Fúria na semi-final
Por Antonio Siqueira
Um massacre! Foi o que a Alemanha impôs à Argentina na partida que decidiu uma vaga na semi-final da Copa da África. Os 4 x 0 sofridos pelos hermanos foram até lucro, pois o contra-ataque alemão mostrou-se tão letal quanto nas últimas partidas. Como na a primeira fase e nas oitavas de final (o dramático mata-mata). E Miroslav Klose brilhou mais uma vez, marcando 2 gols e tornado-se vice-artilheiro da competição com 4 gols.
Miroslav, às vezes contestado pelos próprios alemães e, muitas vezes, pelos próprios companheiros por não ser exatamente um craque, já superou Pelé na arte de fazer gols em Copas (14 a 12) e está a um passo de se igualar a Ronaldo Fenômeno (15 gols) no topo dos maiores artilheiros em todos os tempos.
O primeiro grande teste da defesa argentina, considerada o ponto fraco do time na Copa do Mundo, apresentou um resultado decepcionante. Os hermanos levaram um baile. O setor defensivo argentino sofreu com as investidas do quinteto matador; Schweinsteiger, Ozil, Klose, Podolski e Müller. Eles levaram vantagem durante os 90 minutos e construíram um placar incontestável de 4 a 0, que eliminou a seleção de Diego Maradona nas quartas de final do Mundial.
Confesso que não esperava tamanha superioridade alemã. Poderia ganhar, é claro, mas desse jeito? Pois aconteceu. E inspirou Diego Armando Maradona que, desta vez, na obrigatória entrevista coletiva, interpretou o papel do argentino triste e desiludido.
Como a se exercitar a compor um tango, Diego Narigon resumiu a questão:“Já não tenho forças para mais nada”. Deixemos as empáfias e as falácias de lado e trabalhemos mais, Maradona! Se bem que sua cabeça, certamente, irá rolar. Ou já rolou?
Por Antonio Siqueira
Um massacre! Foi o que a Alemanha impôs à Argentina na partida que decidiu uma vaga na semi-final da Copa da África. Os 4 x 0 sofridos pelos hermanos foram até lucro, pois o contra-ataque alemão mostrou-se tão letal quanto nas últimas partidas. Como na a primeira fase e nas oitavas de final (o dramático mata-mata). E Miroslav Klose brilhou mais uma vez, marcando 2 gols e tornado-se vice-artilheiro da competição com 4 gols.
Miroslav, às vezes contestado pelos próprios alemães e, muitas vezes, pelos próprios companheiros por não ser exatamente um craque, já superou Pelé na arte de fazer gols em Copas (14 a 12) e está a um passo de se igualar a Ronaldo Fenômeno (15 gols) no topo dos maiores artilheiros em todos os tempos.
O primeiro grande teste da defesa argentina, considerada o ponto fraco do time na Copa do Mundo, apresentou um resultado decepcionante. Os hermanos levaram um baile. O setor defensivo argentino sofreu com as investidas do quinteto matador; Schweinsteiger, Ozil, Klose, Podolski e Müller. Eles levaram vantagem durante os 90 minutos e construíram um placar incontestável de 4 a 0, que eliminou a seleção de Diego Maradona nas quartas de final do Mundial.
Confesso que não esperava tamanha superioridade alemã. Poderia ganhar, é claro, mas desse jeito? Pois aconteceu. E inspirou Diego Armando Maradona que, desta vez, na obrigatória entrevista coletiva, interpretou o papel do argentino triste e desiludido.
Como a se exercitar a compor um tango, Diego Narigon resumiu a questão:“Já não tenho forças para mais nada”. Deixemos as empáfias e as falácias de lado e trabalhemos mais, Maradona! Se bem que sua cabeça, certamente, irá rolar. Ou já rolou?

























