Futebol X Virose: combinação letal
Por Antonio Siqueira
E olha que tentei. Ver o jogo foi difícil com 38 e blau de febre, mas deu para perceber que o Brasil sem o meio campo e o ataque titulares, não rende, não cria. Fora a bola na trave do Nilmar e as duas grandes defesas do Julio Cesar (dignas da posição de Number one in the world que ostenta), Nada a acrescentar. A não ser a demora excessiva que todo técnico de seleção brasileira tem em mexer na equipe em campo, mesmo quando nesta mesma equipe, existam peças que possam mudar a dinâmica do jogo ou até liquidá-lo de vez. Deve ser cultural e quem sou eu para questionar isso. Se for soberba, então que vão... Mas vão mesmo! Futebol é um território fértil para desentendimentos e discussões tolas. Porém, depois de um jogo desses, só mesmo uma piada de português, regada a um uisque paraguaio.
Paraguai e Nova Zelândia, foi um daqueles jogos em que a gente acha que está sendo sacaneado. Não precisei assistir todo o jogo, graças a deus. A gente aprende a ler para se integrar ao universo do saber, óbviamente. Mas saber ler é, também, uma arma para defender a seu próprio bem estar. Alguns jogos devemos ler e assistir mesmo em fotos nos jornais do dia seguinte.
Drogba sofre o que muitos grandes craques africanos que se destacaram na Europa já sofreram. Exemplo mais famoso foi o liberiano George Weah, do Milan de 1990, que foi eleito o melhor do mundo, naquele mesmo ano, ganhou tudo que disputou e nunca conseguiu jogar uma copinha sequer. Tentou três vezes. Você, pelo menos, jogou umazinha e no seu próprio continente, Didier, não se amofine!
O meu dia de hoje foi na cama, medicado, lendo jornais e gibis. Virose e Futebol não combinam, fico agoniado. Amanhã começam as oitavas. Que Robinho e Kaká voltem o quanto antes.
*Errata: Meu amigo e vizinho, Joãozinho, acaba de me corrigir e afirmar que esta é a segunda Copa do Mundo de Didier Drogba, que jogou a sua primeira Copa na alemanhã, em 2006. Valeu Joãozinho! Seu amigo Antonioni tá ficando velho, rs....agradece o toque e retifica.
Por Antonio Siqueira
E olha que tentei. Ver o jogo foi difícil com 38 e blau de febre, mas deu para perceber que o Brasil sem o meio campo e o ataque titulares, não rende, não cria. Fora a bola na trave do Nilmar e as duas grandes defesas do Julio Cesar (dignas da posição de Number one in the world que ostenta), Nada a acrescentar. A não ser a demora excessiva que todo técnico de seleção brasileira tem em mexer na equipe em campo, mesmo quando nesta mesma equipe, existam peças que possam mudar a dinâmica do jogo ou até liquidá-lo de vez. Deve ser cultural e quem sou eu para questionar isso. Se for soberba, então que vão... Mas vão mesmo! Futebol é um território fértil para desentendimentos e discussões tolas. Porém, depois de um jogo desses, só mesmo uma piada de português, regada a um uisque paraguaio.
Paraguai e Nova Zelândia, foi um daqueles jogos em que a gente acha que está sendo sacaneado. Não precisei assistir todo o jogo, graças a deus. A gente aprende a ler para se integrar ao universo do saber, óbviamente. Mas saber ler é, também, uma arma para defender a seu próprio bem estar. Alguns jogos devemos ler e assistir mesmo em fotos nos jornais do dia seguinte.
Drogba sofre o que muitos grandes craques africanos que se destacaram na Europa já sofreram. Exemplo mais famoso foi o liberiano George Weah, do Milan de 1990, que foi eleito o melhor do mundo, naquele mesmo ano, ganhou tudo que disputou e nunca conseguiu jogar uma copinha sequer. Tentou três vezes. Você, pelo menos, jogou umazinha e no seu próprio continente, Didier, não se amofine!
O meu dia de hoje foi na cama, medicado, lendo jornais e gibis. Virose e Futebol não combinam, fico agoniado. Amanhã começam as oitavas. Que Robinho e Kaká voltem o quanto antes.
*Errata: Meu amigo e vizinho, Joãozinho, acaba de me corrigir e afirmar que esta é a segunda Copa do Mundo de Didier Drogba, que jogou a sua primeira Copa na alemanhã, em 2006. Valeu Joãozinho! Seu amigo Antonioni tá ficando velho, rs....agradece o toque e retifica.



















