Os bons morrem jovens
Por Antonio Siqueira
Nas artes a única fonte da eterna juventude é morrer jovem, deixando assim a lembrança do que se é e foi até então. Perpetuar-se com o frescor do 'eternamente novo. As feições físicas, os feitos, a carreira no seu auge, enfim; o mito se torna eterno e se renova de geração em geração de humanos ávidos e, não obstante, carentes de talentos boas novas. Não foi diferente com o maior fenômeno da música contemporânea dos últimos 30 anos, a britânica Amy Winehouse. Amy foi encontrada morta, aos 27 anos, em sua casa na tarde deste sábado, em Londres. A notícia foi divulgada em primeira mão pelo Sky News, um canal de TV britânico. A causa da morte ainda não foi divulgada, mas tudo leva a crer que foi overdose, pois a cantora bebia em demasia e consumia substancias proibidas de forma quase industrial.