sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Um poema ainda existe...está vivo e pulsando...

Cataventos beijando o mar
 por Antônio Siqueira













O que não enxergo nos teus olhos, encontro no teu brilho

Nas bilhões de estrelas que compõem meu infinito pessoal.

De tudo que o mundo me tomou

O que me resta é você

O que o tempo inspira, respiro aliviado

Meu olhar de solidão, o amanhã revela

Ao abrir a janela e encontrar o teu sorriso.


origem da imagem: O Algarve


12 comentários:

Anônimo disse...

Que fofooooooo...ownnn

Luana

Anônimo disse...

Hummm...eu queria escrever como você, mas nem convivendo com você por tanto tempo eu aprendi. Prefiro me deliciar com as suas obras-primas.

Drica

Anônimo disse...

Humm..Lindooo!!Parabéns..Tá sempre inspirado.Bjss

Cleide

Silvia disse...

Just loved, pumpkin!

Dayana disse...

Eu li esse poema ao piano; lindo, sereno e lamentoso. Depois lhe mostro.

Um beijo, uma saudade

Dayana

Anônimo disse...

eu amo esse blog, amo o blogueiro, meu querido Antonio! Que poesia linda! Você tem que aparecer mais aqui em Casemiro de Abreu!

Um beijo com saudades

Juliana Angélica

Celso Lins disse...

Bonito isso!
Juju!!! Quem é vivo sempre aperece! Quem curte não esquece, hehehehe...beijão, menina!

Anônimo disse...

Aparece e dá beijo...Jujú se amarra na sua, viu gato? Você é quem foge de jujú, kapskapskapskapskapskkapskapskkapskapsk


Juliana

Anônimo disse...

Esse cara é um poeta! Antonini de "Marco", meu amigo! Aguardo seu texto com ansiedade.

Claudio

rodrigo disse...

versos divinos!

Magda disse...

Que coisa mais fofa!!!

Anônimo disse...

Lamento faz um bem à arte! As pessoas esvrevem com paixão o lamento de alhgo que se perdeu.

Eloy

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